Evandro Begati
Linux, experiências e aprendizados

Novo layout!

Palavras-chave: . Por: Evandro Begati

Eu já estava cansado faz tempo dos temas padrão do Blogspot, resolvi correr atrás de um tema simples, funcional e que desse uma aparência mais profissional ao meu blog, está até parecendo um blog wordpress!

Quem sabe em um futuro muito próximo eu alugue uma hospedagem e um domínio e passo meu blog finalmente para Wordpress ;)

Porque até então a versão grátis da hospegagem do mesmo (wordpress.com) não me agrada nem um pouco! Achei até menos personalizável que o blogspot...

Enfim, opinem! Quero saber o que os leitores assíduos do meu blog acharam da nova aparência.

 

Integrando o Evince ao Firefox

Palavras-chave: , . Por: Evandro Begati

Eu sempre utilizei o excelente Evince como visualizador padrão de PDF, porém, eu tinha que manter o pesado Adobe Reader para poder ler pdf's a partir do Firefox (integradamente)...

Pesquisando em fórums, descobri que tem uma maneira de integrar o Evince ao Firefox.
Resumindo, Adobe Reader está com os minutos contados em seu sistema...

Mãos a obra:

* Vá ao Terminal (consola, argh!) e digite o seguinte: sudo apt-get install mozplugger

Pronto! Agora é só reiniciar seu Firefox e tentar abrir um PDF dentro de um site, ficará mais ou menos como a imagem do post.

Agora você já pode remover o Adobe Reader! :)

 

Há quem ainda defenda com unhas e dentes o Microsoft Word e todo restante desta suite. Realmente são fantásticos os softwares, porém, eu não utilizo nem um quinto dos recursos dos mesmos!

Há anos que eu optei pelo OpenOffice.org por se tratar de uma alternativa livre e por na época eu nunca achar o serial do MS Office (ninguém viu isto ok).

O OpenOffice.org sofria de uma grave deficiência até um certo tempo atrás: a falta de um bom dicionário para o bom e velho Portugues Brasileiro... Eis então que surgem alternativas, como esta que irei falar neste post...

Andei navegando pelo blog tutolivre.net e encontrei este dicionário de 9 milhões de palavras para o OpenOffice.org! Agora sim meus problemas com grafia foram sanados! :)

Para instalar:

* Baixe o arquivo: http://www.deso-se.com.br/downloads/pt_BR-2008-02-21C.zip
* Descompacte em "/usr/share/myspell/dicts" e substitua os arquivos existentes...

Pronto! Reabra o OpenOffice.org Writer e tente escrever a palavra "Apaixonadíssimo", com o dicionário padrão do programa, o corretor ortográfico detectaria uma falha na grafia, caso ocorrer tudo certo, o corretor ortográfico não achará falha alguma! ;)

Para mais detalhes:
http://www.tutolivre.net/verificador-ortografico-vero-para-openoffice-eou-broffice-no-ubuntu-804/

 

Rede wireless instável

Palavras-chave: , . Por: Evandro Begati

Desde que instalei o Ubuntu em meu novo notebook, notei uma certa instabilidade pela parte do dispositivo wireless Realtek 8187...
Começava a navegar, e derrepente tudo parava, nada mais funcionava... Nem eu reconectando a rede. Solução? Reiniciar!

Era sempre assim... Comecei a notar que somente acontecia isto quando eu estava um pouco longe do meu router wi-fi...

Até aí tudo bem, encontrei não me lembro onde, um programinha chamado wavemon.
(está disponível nos repositórios do Ubuntu).
















Com o wavemon eu pude perceber que pela má qualidade do sinal, meu sistema sempre se conectava a uma ridícula velocidade de 1Mbps, mas enquanto continuava esta velocidade, funcionava muito bem! Após uns 3 minutos de uso do notebook, esta taxa ia aumentando, pra 2mbps, pra 11mbps até a navegação começar a ficar IMPRATICÁVEL!

Solução? Oráculo! (Google)
Pelo oráculo, vasculhei vários fórums e descobri uma maneira de limitar a velocidade no qual a placa wireless se conecta à rede wi-fi.

Devemos tomar o seguinte cuidado:
* Quanto melhor o sinal, maiores taxa deverão ser utilizadas, como 54Mbps
* Quanto menor taxa, menores taxas deverão ser ser utilizadas, como 1Mbps (para navegação na internet, está mais que ótimo!).

Eis o comando mágico:

sudo iwconfig wlan0 rate 1Mb

No caso acima, limitaremos a velocidade de acesso à rede wireless a 1Mbps.

Caso deseje que o computador sempre se conecte a 1Mbps por exemplo, faça:

sudo nano /etc/init.d/rc.local e adicione iwconfig wlan0 rate 1Mb na última linha

 

O que são distribuições Linux?

Palavras-chave: , , . Por: Evandro Begati

Eu sei, todo mundo já está cansado de saber... (mas claro, se você ainda não souber e for interessado, passe a diante!)
Mas eu precisava fazer um artigo sobre este assunto para a faculdade e não queria fazer simplismente um Ctrl C + Ctrl V de qualquer outro lugar...
Utilizei somente o que aprendi sobre até hoje. Na bibliografia do artigo, irei linkar meu blog, claro! :)

Então vamos lá...

Se você falar que utiliza somente Linux em sua máquina, você pode estar um pouco equivocado. O Linux em si é puramente um kernel monolítico – sim, é ultra importante – mas não há produtividade utilizando-se somente do mesmo.

Para darmos vida a um computador com o kenel Linux, precisamos de aplicações para interagirem junto ao kernel e ao usuário final. Não somente uma aplicação, e sim várias.

Para termos um sistema Linux completo e utilizável, nós precisariamos (na teoria) pra começar, de ter um bom ambiente desktop (como por exemplo: Gnome, KDE, XFCE, etc...), um bom editor de textos, planilhas e apresentações (como OpenOffice.org, AbiWord e Gnumeric), um bom player de música (como o excelente Amarok disponível no ambiente KDE) e por aí vai.

Um usuário nunca tem as mesmas necessidades que um outro, daí surgiu a necessidade de criar verdadeiros pacotes de programas rodando sobre o Kernel Linux, estas são as chamadas “Distribuições Linux” (ou simplesmente distros).

Vamos citar algumas delas:

Ubuntu Linux: É a distribuição mais badalada do momento, sem dúvidas! Tem um instalador gráfico simples que qualquer usuário, até o mais leigo, conseguiria instalar o sistema com sucesso e operá-lo, sua filosofia é ser um sistema simples, disponibilizando um aplicativo para cada função, por exemplo, só encontramos o Firefox como navegador e Evince como visualizador PDF, além de permitir instalação de aplicativos com somente dois cliques e permitir busca de mais aplicativos pelo programa chamado Synaptic, que disponibiliza uma gama gigantesca de aplicativos ao usuário, bastando o mesmo selecionar algum para instalação que o mesmo será baixado da Internet e instalado. O Ubuntu Linux é baseado no Debian Linux.

Website: http://www.ubuntu.com

Debian GNU/Linux: Também chamado de Linux para Geeks, É já foi e ainda é uma das distribuições mais populares, não tão simples de operar como o Ubuntu, pois não foi destinado ao usuário leigo mas ainda permite uma fácil configuração e usabilidade para usuários já acostumado com o sistema do pingüim. Ele vem com mais de 18733 pacotes contendo softwares pré-compilados e distribuídos em um bom formato, que torna fácil a instalação deles na sua máquina. O Debian é muito utilizado em grandes servidores e servidores web.

Website: http://www.debian.org/index.pt.html

Red Hat Enterprise Linux: Uma das primeiras distruibuições a surgir, relativamente de fácil operação, é utilizado principalmente por grandes empresas devido ao seu fantástico esquema de suporte (pago).

Website: http://www.br.redhat.com/


Kurumin Linux NG: Baseado no Kubuntu (antigamente era Debian), sem dúvidas, se não é atualmente, pelo menos foi a distribuição mais utilizada no Brasil durante um bom tempo. Criada pelo Carlos Morimoto, rapidamente se espalhou pelas bancas e pela internet, tinha como foque o usuário final, sempre trazia um ambiente amigável e fácil de se operar, disponibilizava os famosos ícones mágicos (permitia a instalação de programas com apenas alguns cliques). O Kurumin era o preferido da turma da internet discada, graças a boa vontade do Morimoto de abranger o Kurumin à todos os tipos de usuários e classes, este mesmo disponibilizava no kurumin drivers para diversos modems (infelismente isto ainda é um problema no linux devido a alguns fabricantes não liberarem especificações do hardware de seus produtos, ou até então ameaçar de processo se algo for desenvolvido para os mesmos).

Alguma distribuição acima encaixa em seu perfil? Caso contrário, existem outras centenas delas, nas mais exóticas línguas, e caso você queira uma distro a sua cara, você também pode contruir a sua!

Website: http://www.gdhpress.com.br/kurumin-ng/

 

Placa gráfica: VIA Chrome9 - A missão!

Palavras-chave: , , , . Por: Evandro Begati

A empolgação:

Há um mês que comprei um notebook da marca Firstline (Carrefour), este mesmo me chamou atenção na loja pelo seu preço (1299,00 em 10x sem juros!). É um simples notebook, mas que atende as minhas necessidades:

- Celeron M 540 1,86 MHz
- 1GB de Ram DDR2
- HD Sata Western Digital, 80GB
- Wireless Realtek 8184 /54 Mbps
- Rede/Som/Video da VIA (urgh! A pior parte)

Enfim... O notebook veio com o explêndido Windows Vista Starter Editio. O desempenho do equipamento sob este sistema é muito bom! devido ao fato da versão starter não deixar você abrir o orkut e o msn ao mesmo tempo :)

Este então foi a única desvantagem então que encontrei na minha nova aquisição, mas logo então fiquei feliz novamente ao lembrar que o live cd do Ubuntu 7.10 estava ali pronto para ser utilizado!

A surpresa:

O boot do Ubuntu via live cd estava indo muito bem, até eu perceber que quando ia iniciar o X, o notebook TRAVAVA, aparecia várias linhas na tela, tristeza na certa... Nem driver vesa funcionava no bendito Ubuntu... Solução: retornar ao vista starter (não me venha com esta de instalar sistema operacional pirata!).

Passadas algumas semanas, eu já desperançoso, é lançada a versão 8.04 do Ubuntu, igual um desesperado por uma última saída, baixei a imagem, gravei num cd-rw e inicializei o sistema... BINGO, funcionou de primeira! Porém, o desempenho do sistema foi lastimável, lá veio o modo de compatibilidade VESA me perseguindo novamente =/

A solução:

Inconformado, utilizei o sistema limitado com desempenho de vídeo durante algum tempo, até ler no Br-Linux que a VIA havia lançado driver (incluindo 3D) para minha placa...

Correria, pânico! É o estado em que eu me encontrava... Calmamente (não houve controvérsia?) baixei o site da VIA para meu vídeo Chrome9 (chipset VN896 - http://linux.via.com.tw), segui os passos contidos no manual do driver, fiz algumas configurações no xorg referente a resolução... Agora sim, suspense, pânico, até o X reinicializar, BINGOO!! Funcionou de prima!

Tux Racer, Divx, Xvid, DVD, e até o Compiz (desktop 3D) funcionou! (após algumas configurações).

Depois desta, a VIA subiu 5 pontos no meu conceito ;)

Para quem quiser, eu estou disponibilizando meu xorg.conf para ajudar na configuração de resolução. Baixar arquivo.

 

O Blog está de volta!

Por: Evandro Begati

Primeiramente gostaria de pedir desculpas aos visitantes do blog pela minha falta de interesse em continuar a mantê-lo. Eu realmente estava sem tempo para continuar postando minhas experiências no mundo Linux (ok Stallman, GNU/Linux).

Neste quase 1 ano de blog parado, aprendi muita coisa neste mundo maravilhoso do pingüim, finalmente me desprendi do mundo Bill Gates de pensar e ser (notebook 100% ubuntu) e estou disposto a compartilhar tudo o quanto for possível com você visitante!

Seja bem vindo novamente ao meu blog! :D

 

Experiências no mundo Linux

Palavras-chave: , . Por: Evandro Begati

É inevitável... o Linux veio aí e foi para ficar definitivamente! Lembro-me bem quando comecei no mundo Linux... Foi no meu antigo (que só me matava de raiva) Cyrix 486 DX/2, 66MHz, HD de 1GB, 16MB de ram e por aí vai, essa potência toda rodando Debian Woody! Que não consegui nada de útil com o computador... Pela limitação do mesmo e por eu não ter noção alguma desse novo sistema operacional que eu havia encarado.

Essa minha primeira experiência não foi NADA agradável, o Linux poderiamos dizer que já foi muito mais complicado e difícil para usuários leigos, inexperiêntes na área, que hoje.

Lembro que mais tarde, me arrisquei no Conectiva (atual Mandriva)... Nossa! Que mundo maravilhoso! Tudo em Português Brazuka e o melhor de tudo, relativamente fácil de mexer! Muitas das configurações já eram automáticas, não precisava mais configurar, X, Y, Z, já era algo mais automatizado...

E assim, por muitos anos, as distros Linux vieram evoluindo, até chegar na situação atual, que vou dar exemplo do Ubuntu. Temos uma EXCELENTE distro, no qual o trabalho maior se dá em baixar a imagem do mesmo, gravar em um cd. O restante, é "melzinho na chupeta", dá-se o boot inicial pelo cd, escolhe-se o idioma de origem, espera-se alguns minutos, e PRONTO! Você tem um ambiente totalmente funcional (incluindo acesso à internet) sem instalar NADA no HD! Só o Linux mesmo pra te proporcionar uma experiência como essa... Mas não para por aí não, você pode ter esse sistema completo em apenas alguns minutos no HD, dando-se dois cliques no instalador, que situa-se na área de trabalho.

É instalado um sistema completo, totalmente operacional para diversos fins, em apenas alguns minutos e sem exigir qualquer intervenção sua (exceto na hora do particionamento).
Para dar de prova do que eu estou falando, vocês podem dar uma conferida nesse post do blog Nostalgia Digital e comprovar a experiência do Bernardo com o Ubuntu. Que foi a melhor possível :)

Link de download do Ubuntu:
http://www.ubuntu.com/getubuntu

 

10 Razões para usar o Firefox

Palavras-chave: . Por: Evandro Begati


Essa matéria é destinada para os que por enquanto usam o Internet Explorer, porque tenho certeza que depois de ler essa matéria você vai passar a utilizar o browser mais eficiente de toda a web.

Matéria de Elis Monteiro, do GLOBO.

A guerra é desigual. O Internet Explorer, navegador da Microsoft, ainda tem mais de 80% do mercado de browsers, enquanto os restantes 20% são divididos entre os outros — Opera, Netscape e Safari (da Apple) e, claro, o Firefox, sendo este o que mais tem crescido em participação e soma, hoje, 12% do mercado. Estima-se que já existam mais de 150 milhões de usuários de Firefox. Tanta gente não pode ter se enganado) certo? Afinal, o que é que o Mozilla Firefox tem de tão interessante?

Decidimos investigar, conversando com usuários que abandonaram os outros browsers e, ideologias à parte, renderam-se aos encantos do browser open source.

Procuramos também especialistas que garantem: vale mesmo a pena experimentar o navegador. Para facilitar sua compreensão, selecionamos dez características especiais que fazem do Firefox uma excelente opção como ponto de partida para a sua navegação.

1) Navegação com abas.

Evita que o browser precise ser carregado todas as vezes que você deseja visitar uma página. As abas também tornam a navegação mais intuitiva. No Firefox, em vez de se amontoarem umas nas outras na barra de tarefas, as janelas ocupam, cada uma, uma “abinha na parte superior do browser. Segundo o webdesigner Marcelo Temer, da empresa especializada Ability, esse é um
bom exemplo de usabilidade.


— Você pode abrir links e novos sites como abas que ficam no alto da navegação, visíveis pela janela do browser. Alternar entre elas é muito mais intuitivo do que lidar com janelas através da barra de tarefas, onde as janelas do (Internet) Explorer ficam misturadas e espremidas entre diversos programas. Está na lista de coisas sendo copiadas pelo Explorer diz.

Para a desenvolvedora de interfaces de sites Simone VilIas Boas, as abas são a característica mais marcante do Firefox.

— As abas são incríveis. Melhorou mais na versão 1.5, na qual é possível alterar sua ordem. Não é uma idéia original do Firefox, mas foi com ele que comecei a usá-las de verdade diz.


2) Ser open source (ter código-fonte aberto).

Por ter uma comunidade de background, o Firefox tem correções implementadas rapidamente. Isso pode ser um alívio quando surgem bugs e pragas virtuais. O IE, por exemplo, não tem seu “engine» (motor) atualizado desde 2001. São cinco anos e, nesse tempo, a Web mudou totalmente, padrões foram criados e adotados por todos os navegadores — diz o webdesigner Elisandro de Espíndola (mais conhecido como Spark).

Um exemplo da rapidez nas atualizações: semana passada, foram descobertas nove falhas críticas no browser que permitiam que usuários maliciosos executassem códigos não autorizados em JavaScript. Dois dias depois, a Fundação Mozilla lançava a versão 1.5.0.4, com todas as falhas corrigidas.


3) Segurança

O tópico é controverso. Há quem diga que o Firefox não é tão seguro quanto pregam os defensores do software livre.Usuários relatam, no entanto, uma diminuição significativa na
quantidade de spywares infestando o micro.

O Firefox é mais seguro porque fornece um bom feedback visual para o usuário, que pode desabilitar funções potencialmente perigosas na instalação padrão. Aliás, não tem ActiveX, isso já é metade do caminho — diz Simone.

Elisandro destaca a proteção anti pop-up, que aumenta o nível de segurança.

Desde que comecei a usar o Firefox, não sei mais o que é spyware. O bloqueio de pop-ups também é infalível.


4) Personalização

Praticamente tudo é customizável no Firefox. Pode-se mudar a inter-face inteira — cores, temas (skins), menus e barra de ferramentas — com alguns diques, e o navegador não fica mais pesado. O usuário pode ainda baixar as extensões (plug ins) que quiser, desde a ampliação das imagens até controles do mouse. Na barra de endereços (about:config), há um guia de configurações para baixar extensões e tirar dúvidas.


5) Ser multi-plataforma

O Firefox é um navegador universal e roda em qualquer sistema operacional, seja versões de Windows, rulacintosh, Linux, Unix, Solaris e por aí vai.

6) Suporte aos padrões Web criados pelo W3C

A Mozilla Foundation fez questão de seguir à risca os padrões definidos pelo consórcio W3C, que representa um conjunto de empresas que desenvolvem protocolos comuns para a WWW. Dentre os padrões estão “idiomas» como HTML, Java, XSL, XML, HTML e por aí vai. Ainda suporta o formato de imagens PNG, que o IE não “lê». Quem é que sai ganhando com isso? O usuário e, claro, o desenvolvedor de páginas Web.

7) Extensões

Por ser um programa aberto, o Firefox aceita que o usuário inclua, nele, uma série de extensões (plug ins) que tenham o propósito de ajudar na navegação. Estas extensões agregam valor por oferecer funções que o browser ainda não tem.

Dentre os plug ins mais usados no Firefox e que qualquer um pode baixar) estão os organizadores de favoritos Stumble Ljpon e del.icio.us; o Gmail Notifier, notificador de emails no
Gmail o VideoDownloader, para baixar vídeos do Voutube ou do Google Vídeo, além do acelerador de navegação FasterFox, dentre muitos outros.

8) Não se misturar ao sistema operacional

Todo mundo que usa Windows conhece este probleminha: quando se está usando o Internet Explorer e alguma tela "congela" ou algum programa "dá pau", o sistema operacional pode ser afetado e o usuário terá que resetar o pobre micro. Como o Firefox não é integrado ao sistema operacional, ele não derruba o sistema em caso de pane.

9) Interface simples

O visual do Firefox é mais simples, menos “entulhado» do que os demais. Em primeiro lugar, assim que baixa o navegador (três minutos em banda larga), o usuário é convidado a configurar sua interface, seja escolhendo as páginas favoritas que serão exibidas nas abas, seja solicitando uma lista de extensões que deseja usar para turbinar o browser.

A barra de ferramentas é simples e quem está mudando de browser não vai encontrar dificuldades. Os botões seguem os padrões universais voltar, atualizar, parar, etc. No menu Ferramentas dá para acompanhar o andamento dos downloads e as extensões usadas, além de mudar fontes, cores e temas.

Os temas aparecerão numa simpática caixinha que contém as opções de mudar tema, usar este tema e atualizar, o que fará com que o browser reconfigure sua aparência de acordo com o tema escolhido. Na caixinha ainda há a opção de pesquisar temas. Ao clicar ali, uma lista (com foto) dos temas estará disponível.

10) Diálogo com o usuário

A janela de Propriedades do Firefox é completa e a cada dia ganha novas dicas. A intenção é auxiliar o usuário a cada passo, da instalação à utilização. Essa característica se deve ao mundo do software livre e à ideologia de repassar o conhecimento. Quem desenvolve extensões para o Firefox costuma criar também um tutorial de como usá-las.

As informações sobre o uso do Firefox e as atualizações estão disponíveis não só no menu “Ajuda» do próprio browser como também na internet. Em português, um guia completo de Firefox está disponível em http://br.mozdev.org/firefox .

Agora pode me dizer, quer agora mesmo experimentar o Firefox não é mesmo? Então não espere mais nem um segundo. Faça o download e seja feliz.

 

Pra quem é apaixonado pelo pingüim mas mesmo assim não conseguiu migrar totalmente para o mundo Open Source, existem bons virtualizadores, como o VMware (permite rodar por exemplo, o WinXP dentro de uma janela), porém, a versão do mesmo que lhe permite criar máquinas virtuais, é paga.

Foi lançado então uma alternativa freeware ao VMware, o VirtualBox, pelos testes que fiz em minha não poderosa máquina, o mesmo tem se demonstrado bastante estável e em algumas ocasiões, mais rápido e eficiente que seu concorrente.
Download disponível para diversas distros: (inclusive Ubuntu):
http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads